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Taxa de desemprego no Paraná cai para 3,5%, a menor para um terceiro trimestre na história

Por: PARANÁ-GOVERNO DO ESTADO
14/11/2025 12:01
Atualizado há 4 semanas

A taxa de desocupação no Paraná caiu para 3,5% no terceiro trimestre de 2025, mantendo o Estado com a sexta menor taxa de desemprego do País e bem abaixo da média nacional, que ficou em 5,6%. O resultado, divulgado pela PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral) do IBGE nesta sexta-feira (14), também evidencia uma melhora constante ao longo do ano: no primeiro trimestre, o índice paranaense era de 4%, passou para 3,8% no segundo e agora chega ao menor patamar do ano.

Essa também é a segundo menor taxa da história do Estado (atrás apenas de 3,2% do quarto trimestre do ano passado) e a melhor taxa para um terceiro trimestre desde 2012, quando iniciou o mapeamento.

No Paraná, o estudo estimou que 229 mil pessoas estavam desocupadas entre julho e setembro, enquanto a população ocupada alcançou 6,24 milhões. O nível de ocupação ficou em 64,3% da população em idade para trabalhar. O comércio, a indústria e os serviços ligados à administração pública, educação e saúde seguem como os setores que mais empregam no Estado, somando mais de 3 milhões de trabalhadores.

O levantamento também aponta que, entre os empregados do setor privado, 80,7% possuem carteira assinada, índice que reforça a predominância do emprego formal no Paraná.

lidade ficou em 30,6% da população ocupada, uma das quatro menores do País, atrás de Santa Catarina (24,9%), Distrito Federal (26,9%) e São Paulo (29,3%). O maior grupo de trabalhadores informais continua sendo o dos profissionais por conta própria sem registro no CNPJ, seguido pelos empregados do setor privado sem carteira assinada.

Mesmo assim, o estudo mostra avanços importantes na formalização: o número de empregadores com CNPJ cresceu 32,7% em relação ao mesmo trimestre do ano passado, e o de trabalhadores por conta própria com CNPJ aumentou 20,3% no mesmo período. Ao todo, 6,48 milhões de pessoas estavam inseridas na força de trabalho no Paraná, enquanto 3,24 milhões estavam fora dela.

O número de pessoas desalentadas foi estimado em 65 mil no trimestre. Esse grupo reúne aqueles que, por diferentes motivos, não tomaram providências para procurar emprego, como falta de experiência, qualificação insuficiente, ausência de oportunidades na localidade onde vivem ou até por serem considerados muito jovens ou muito idosos para as vagas disponíveis.

O levantamento também aponta que o rendimento médio mensal habitual dos trabalhadores paranaenses atingiu R$ 4.069 no terceiro trimestre, com alta de 5,9% em comparação ao trimestre anterior e de 10% em relação ao mesmo período do ano passado. A massa de rendimento chegou a R$ 25,13 bilhões, também em crescimento nas duas bases de comparação, o que reforça o dinamismo econômico do Estado e a ampliação do poder de compra da população.

 

PNAD – A PNAD Contínua é o principal levantamento do IBGE sobre mercado de trabalho no Brasil, medindo trimestralmente o comportamento da força de trabalho, os níveis de ocupação e desemprego, a formalidade e o rendimento dos trabalhadores. Os dados completos podem ser acessados no BI.

Fonte:
PARANÁ-GOVERNO DO ESTADO
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